Não havia mais chamadas perdidas. Novas mensagens. Cartas. Tava tudo tão parado. Tudo tão estranho. A chuva batia contra a janela e emitia um som melancólico. A música que tocava no rádio lembrava-me incisivamente você. Eu estava vazia. Respirar doía; existir estava sendo um peso. Sentada no sofá, observando os pássaros se abrigando na árvore mais próxima, e deixando as lágrimas escorrerem. Era tudo o que havia me restado. Só dor. Você havia partido.

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